Detente reloxo

Para de dar as horas!

Ela, maldita dozura , rescatoume da dor e do olvido do amor,

Ela renasceu em mim a tenrura, a felicidade plena, a fascinaciom.

Tenho medo de perder isto noso, de espertar de tanta paixom e luxúria doce. Tenho irrealidade na alma e nos intestinos, tenho medo de ser Tam feliz. Merezoo e ao mesmo tempo desgarrome ante cada cm que me separo de ti. Fundete em mim meu doce amor. Iluminame nesta noite eternamente . Dame a mão e Dime outra vez vem . Chamame e cantando Dime que nunca caminharemos sos. Som um vagabundo dos teus beixos e apertas. Acolheme em ti oh musa! Na aba do teu ser expiarei o pasado e a plenitude de cupido . Corre meu fuxidiu ser. O mundo avanza até a aniquilaciom. Exprimamos cada dia,  a apocalipse chega manhã. Xurde! Chamame!

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Carlos Garcia, da Galiza e de muitas coisas: Pessoa sendeirismo ler xadrez política desporte Galiza A lusofonia O Cinema
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